um beijo na boca, um tiro no peito

28/04/2004 09:32


Juliano parou o celta preto e desceu para abrir o portão. Leozinho saiu de trás da árvore atirando. “Morre cachorro” E atirou uma, duas, três vezes... E saiu correndo pela rua tão apavorado, enquanto os vizinhos saiam para ver o que tinha acontecido. Antes de desaparecer na esquina, olhou para trás e viu uma aglomeração na porta da casa de sua vítima. “Um assassino. Eu sou um assassino. Mas matei por amor. Eu amo aquela mulher”, pensava com orgulho, agora já diminuindo o passo, depois de perceber que ninguém tentara detê-lo.


enviada por erre-erre






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