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26/10/2004 19:01
Diana dirigia feito louca pela cidade. Era muito estranho imaginar que Juliano estava vivo. Era ainda mais estranho pensar que ela preferia que aquele homem que ela tanto quis - talvez ainda quisesse - estivesse morto. Não sabia o que pensar. Aumentou o volume do som do carro... Aquele CD que Juliano gravou para ela. Ouviu alguém gritar "tá doida, filha da puta?!" mas nem queria saber de onde vinha o grito. Simplesmente acelerava.
enviada por erre-erre
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